• jun
  • 30
  • 2013
Os Imagineiros do Tarô

Neste pequeno ensaio J-C Flornoy define as tradições que supostamente deram origem aos tarôs com que ele trabalhou.

  • mar
  • 02
  • 2013
Enrique Enriquez, a poética do Tarô

Após passar 3 anos entrevistando diversas pessoas sobre seus trabalhos e pesquisas em torno do Tarô, Enrique Enriquez agora é o entrevistado. Alain Jacobs, animador do blog francês Le Grimoire de Mnémosyne é o anfitrião.

É uma ótima introdução ao modo peculiar que Enriquez encara o Tarô.

(crédito da imagem de entrada: Bertrand Saint-Guillain, de www.tarotparis.com)

  • jan
  • 31
  • 2013
Por que chamar de 'Casa Deus'?

A carta com a numeração XVI, ou arcano XVI, tem de acordo com o autor, significados diferentes e até conflitantes. Neste texto Jean-Claude compilou algumas das diferentes pesquisas, considerações e hipóteses que se tem feito sobre o surgimento e evolução das cartas. A ‘Casa Deus’ dá muito pano para manga. Acredito que Flornoy considera esta carta, pela importância que à deu  e aos símbolos que alguns gravadores destacaram, como um divisor de águas quanto a algum processo místico presente e praticado pelos gravadores/ilustradores cristãos da época medieval. Lembrando que ela possui uma grande importância no conjunto das imagens do tarô, pois é a primeira a ter os céus habitados…

  • jan
  • 31
  • 2013
O Compagnon renascido e a iluminação

A passagem iniciática para outro mundo…  para outra realidade.

  • dez
  • 15
  • 2012
A Grande Greve das Catedrais

Mais um ensaio de autoria de Jean-Claude Flornoy, comentando sobre possíveis hipóteses históricas para o surgimento do Tarô. Trago ele para o português, pois joga luz no que supostamente foi a cultura geral que desenvolveu este jogo de cartas. Digo desenvolveu e não originou, pois a origem (em termos de Tarô) é incerta e praticamente impossível de encontrá-la. Já o seu desenvolvimento apesar de complexo, permite a construção de diversas hipóteses. Através dos acontecimentos do período e da pesquisa e da comparação que podemos realizar com as imagens e baralhos que chegaram até nós podemos ter um pequeno vislumbre de quem debruçou-se sobre estas cartas durante o período medieval.

  • out
  • 29
  • 2012
Espreitando através das barras da prisão ocultista do Tarot - Enrique Enriquez

Neste texto Enrique Enriquez desenvolve, não sem certa ironia, suas percepções de como os tarôs publicados desde o advento do ocultismo são pobres e acabam repetindo erros nas suas estruturas simbólicas. É também uma sutil aula para preparar o olhar mais acurado ao Tarô.

  • out
  • 27
  • 2012
Galeria: Tarot Jean Noblet (restaurado) - c. 1650

Esta galeria apresenta o baralho de Jean Noblet, datado de algo próximo a 1650, restaurado por Jean-Claude Flornoy.

O pequeno tamanho, pouco habitual, deste tarô não afeta seu charme.

 O grande estudioso dos jogos de cartas, Henry René D’Allemagne, também cita um Jean Noblet em sua lista de impressores de cartas parisienses de 1664. Assim, é possível datar este jogo de meados do século XVII, tornando-o contemporâneo de Jacques Viéville. O interesse por uma tal datação é que possivelmente este seja o Tarô mais velho daqueles conhecidos como “de Marselha“.

  • out
  • 21
  • 2012
Operatividade do Tarô

Jean Claude Flornoy chama de Operatividade do tarô, o processo despertado ao olharmos para as cartas e elas nos remeterem a eventos, sentimentos ou traumas que já vivemos. A mim lembra-me um psicodrama ativado pela visualização das cartas. Neste pequeno ensaio ele dá mais detalhes.

  • out
  • 21
  • 2012
Galeria: Tarot Jacques Viéville - c. 1650

Galeria com as imagens dos trunfos do estranho Tarot de Jacques Viéville, realizado em Paris (França) em cerca de 1650.

Veja a edição restaurada desse baralho aqui.

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